español português english email
Monjas e missionárias?
Fevereiro 2007.

Monjas Agostinianas  Recoletas de Guaraciaba do Norte, Brasil: também ha tempo para as brincadeiras e a alegria de viver em comunidade.


Ahuacatlán (México) e Guaraciaba do Norte (Brasil) no  mapa-mundi.


Fachada do mosteiro de Ahuacatlán (México).


Fachada do mosteiro de Guaraciaba do Norte (Brasil).
Introdução
A crença de que os mosteiros de clausura são lugares fechados, velhos, esquecidos do mundo, caducos e sem graça, que até hoje está no imaginário de não poucos católicos, cai, quando se conhece por dentro a vida cotidiana deles.

O filme “O silêncio” colocou nos olhos dos espectadores uma curiosa forma de vida da qual se conhece muito pouco e se fala menos ainda: a vida religiosa de clausura. Além de uns altos muros, da rigidez e da disciplina - que são as árvores que não deixam ver o bosque há pessoa inquietas, alegres e que amam em profundidade.

Na Ordem de Agostinianos Recoletos há também uma tradição, importante e irrenunciável, de vida de oração intensa. No caso da ordem masculina, esta vivência espiritual está unida desde o primeiro momento a uma vida ativa e missionária. Mas no ramo feminino, porém, a clausura e vida monacal prevalecem e se transmitem com o tempo.

Com esta reportagem queremos dar a conhecer algo mais da realidade destes mosteiros. Por isso escolhemos uns exemplos concretos que nada tem a ver com o imaginário comum que descrevemos acima.

São mosteiros pioneiros e de fronteira das Agostinianas Recoletas contemplativas no México, em Filipinas, Brasil e Kenia. Mesmo que geograficamente não tenham muito em comum, em todos eles há umas contas comuns: são agostinianas recoletas, suas comunidades são jovens, alegres e vivem os inícios de um projeto de levar a vida contemplativa em lugares onde, até agora, não existia.

Nos últimos vinte e cinco anos, as Agostinianas Recoletas de clausura iniciaram um curioso processo pelo qual tem levado novas comunidades até lugares inóspitos para o carisma contemplativo agostiniano recoleto; comunidades que iniciam de zero, mas que contaram,  desde o primeiro momento, com vocações nativas que enriqueceram  a Igreja local com suas respostas afirmativas a esta nova e desconhecida vocação.

Quando se encerra o Ano Missionário 2006, na Ordem de Agostinianos Recoletos, esta reportagem quer lembrar a umas “missionárias” com todo direito: as fundadoras e pioneiras dos mosteiros de recoletas que hoje estão na vanguarda da Igreja e que  tem disseminado na Igreja local a vida contemplativa.

Cada mosteiro escolheu  o modo de descrever-nos sua vida. Oferecemos-lhes plena liberdade na exposição e estilo, porque sabíamos que teria bom resultado.

Algumas irmãs  contam sua vida numa linguagem simples e  expõem o caderno de bitácora de seu dia a dia, onde as vivências cotidianas —o mais importante no mosteiro são os pequenos detalhes –saem à luz desde a confiança outorgada ao leitor.

Outras falam de como uma porção  de coincidências, carambolas, pessoas desconhecidas até então e inquietudes terminam numa nova fundação, uma nova aventura, um começar de zero outra vez.

Em todos os casos, veremos sua história concreta para entender que, realmente, os caminhos das fundações são vários, mas quase sempre, partem de um fato: um grupo de pessoas que não tem medo de nada e, acima de tudo, tem uma ilusão e uma vocação a “prova de balas”.


  • Bacólod (Filipinas) no mapa-mundi.

  • Fachada do mosteiro de Bacólod (Filipinas).

  • Masii (Kenia) no mapa-mundi.


    Fachada do mosteiro de  Masii (Kenia).


menu portada noticias reportajes agenda documentos nosotros material gráfico misiones escribenos intranet Entra y verás
Agostinianos Recoletos. Província de São Nicolau de Tolentino. Paseo de la Habana, 167. 28036 -Madrid, Espanha. Fone: 913 453 460. CIF: R-2800087-E. Inscrita no Registro de Entidades Religiosas do Ministério de Justiça, número 1398-a-SE/B. Política de privacidade.
Busca.