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A grande calha do Amazonas foi um dos últimos espaços da Latino-América a ser evangelizado. As consequências da conquista militar levou praticamente ao desaparecimento das culturas pré-hispanas e a umas relações muito tensas entre missionários e exploradores.


Francisco de Orellana, organizador de uma das primeiras expedições de importância à Amazônia.


O marques de Pombal levou as políticas iluministas e liberais até a Amazônia, de modo que tentou integrar aos povos indígenas no sistema econômico produtivo. Isto foi fonte de inúmeros abusos e da quase exterminação da sociedade indígena.


Antigo gravado do descobrimento das sociedades indígenas amazônicas.


Espanhóis, holandeses, franceses e, finalmente, portugueses, colocaram seus olhos na Amazônia brasileira.


A exploração da borracha levou a cultura nordestina católica até a Amazônia brasileira.
Missionários hoje: zonas missionárias. Prelazia de Lábrea (Amazonas, Brasil)
História do Purus
O Tratado de Tordesilhas de 1494 dava à Espanha toda a Amazônia. As expedições de Orellana (1539) e Ursua (1549) deram-na a conhecer, mas o império espanhol não se preocupou com aquelas terras. Ingleses, franceses e holandeses tentaram invadi-las. Portugal se instalou, rompendo o Tratado e, para fortificá-las fundou as cidades de Belém, Óbidos e Santarém.

A conquista se realizou por tropas de castigo à inimigos de Portugal, por caçadores de índios (sertanistas) que os escravizavam para recolher seus bens, e por missionários que os catequizavam e defendiam da opressão militar e escravista.

As primeiras notícias escritas do Purus chegam pelo jesuíta alemão Samuel Fritz em 1689: “Depois que cheguei a aqueles lugares, vieram de suas aldeias muitos índios Cuxiuara com seus filhos. Quando estive ali e durante oito dias me atenderam com muita prontidão e amor, [...] e mostrando desejo de que ficasse com eles”.

Antes de 1689 já havia portugueses no Purus. Navegavam durante 40 dias até 200 léguas rio acima e o converteram no maior provedor de carne, gordura, óleo de tartaruga, de copaíba etc. Para isso necessitavam de muita mão de obra indígena, mas os índios da região foram logo exterminados.

O liberalismo e iluminismo do Marques de Pombal chegaram ao Amazonas em 1757 e queria integrar os indígenas no sistema colonial como agricultores, caçadores, coletores de espécies, remadores, guias e fabricantes de produtos básicos. O nativo foi forçado a reunir-se em vilas, reduzindo drasticamente a população. Ante a escassez de mão de obra indígena, buscaram escravos africanos. O comércio ultramarino floresceu e apareceram novos magnatas, latifundiários e comerciantes.

A exploração da borracha determinou a rápida ocupação de áreas virgens. Os territorios indígenas diminuíram drásticamente e várias tribos foram exterminadas. Trouxeram milhares de homens do Nordeste brasileiro, onde as secas facilitaram essa emigração ao novo “Eldorado”. Um destes nordestinos foi o coronel Antônio Rodríguez Pereira Lábre, fundador de Lábrea em 1873. A cidade chegou a produzir um terço da borracha do Amazonas. Destacava-se como a “Rainha do Purus”, com ruas calçadas com pedras, igreja, alguns edifícios e quatro jornais: “O Purus”, “O Labrense”, “A Cidade de Lábrea” e “O Correio do Purus”.


Lábrea, memória e futuro. Documentário da Televisão Espanhola emitido no programa "Povo de Deus". Em espanhol.






Paróquia de Santo Agostinho (Amazonas, Brasil).





  • Manaus viveu de forma especial a febre da borracha e virou numa cidade rica e moderna.



  • Depois dos anos 50 realizam-se novas expedições de tipo mais científico, cria-se o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e chegam as primeiras infraestruturas.



  • Jornais editados em Lábrea.





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