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A Família Agostiniana Recoleta vive o terremoto do México com preocupação e solidariedade


A Família Agostiniana Recoleta vive o terremoto do México com preocupação e solidariedade
22-09-2017 México
Não se tem notícia de danos graves causados à vida ou às infraestruturas das comunidades religiosas, dos mosteiros contemplativos, dos membros das Fraternidades e da JAR, nem dos centros sociais e pastorais. É o momento de ajudar a quem sofreu e de semear esperança.
Dois terremotos assolaram a República Mexicana nos dias 7 e 19 de setembro, ocasionando vítimas humanas, feridos em diversos graus e prejuízos materiais muito importantes a infraestruturas e propriedades.

O primeiro terremoto teve suas consequências mais graves no sul do país, onde a Família Agostiniana Recoleta não tem uma presença estável; o segundo, porém, atacou em cheio a Cidade do México, os Estados de México, Morelos e Puebla, lugares em que, sim, há uma importante presença da Família Agostiniana Recoleta.

No momento do terremoto do dia 19, a maior parte dos religiosos agostinianos recoletos que vivem e trabalham na região central do país estavam reunidos no Postulantado Santo Agostinho de Calzada del Hueso, Tlalpan, ao sul da Cidade do México. O tremor foi de grande magnitude e, durante o longo minuto que durou, os religiosos não puderam sair do edifício.

O seminário foi construído na década de 80 do século passado, em conformidade com medidas antissísmicas, tem dois pavimentos e resistiu sem maiores dificuldades. No entanto, a região em que se situa sofreu as consequências do abalo. As fotografias que acompanham esta notícia são da região chamada COAPA.

A menos de dois quilômetros do seminário, fica a Escola Enrique Rébsamen, um dos centros informativos da tragédia, porque dito edifício desabou sobre os estudantes:

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Alguns dos religiosos, alertados do desastre na escola,  tentaram, num primeiro momento, ajudar no resgate das vítimas, mas as autoridades tiveram de afastar as pessoas e criar um espaço de segurança no entorno, depois que se detectou um escapamento de gás, para desespero especialmente dos pais e mães de alunos que esperavam saber a situação de seus filhos.

Os voluntários recoletos dirigiram-se então a um centro comercial que também desabara, até que chegou o exército e se encarregou de organizar e coordenar o salvamento, da melhor forma possível, com os seus próprios efetivos, preparados e formados para isso.

As casas recoletas situadas nas proximidades de centros de resgate continuaram a fornecer comida, água, um lugar de descanso e de atenção aos membros do exército e aos voluntários que participavam dos resgates.

Por sua parte, o Centro de Acompanhamento e Recuperação de Desenvolvimento Integral (CARDI) da Cidade do México, modificou substancialmente sua ação por motivo do tremor sísmico. No mesmo dia do terremoto, teve que fechar suas instalações por alguns momentos e foram suspensas as aulas e as ofertas formativas de voluntariado.

O serviço de atenção aos familiares dos enfermos, porém, continua e se estabeleceu um horário de atenção especializada e gratuita às vítimas e aos familiares de vítimas do terremoto que necessitarem de acompanhamento psicológico e espiritual ante a catástrofe.

O outro grande terremoto, com piores consequências, que se sofreu na Cidade do México tivera também os Agostinianos Recoletos no foco da ação: no dia 19 de setembro de 1985, aquela tragédia se produziu nessa mesma região dos Hospitais, onde os Agostinianos Recoletos se fazem presentes numa paróquia, na atenção pastoral a três grandes centros sanitários públicos e através do projeto CARDI.


Paróquia de São Nicolau de Tolentino de Atzala

Embora sem presença recoleta local, outro dos centros da catástrofe do terremoto do passado dia 19 possui um laço afetivo importante com a Família Agostiniana Recoleta. Em Atzala, localidade situada em Puebla, a igreja paroquial de São Nicolau de Tolentino desabou por causa do terremoto quando em seu interior se celebrava um batizado.

Uma centena de moradores de Atzala e da vizinha Izúcar de Matamoros acudiu em seguida ao resgate dos feridos e a remover escombros, em busca de pessoas vivas. O último balanço é de treze falecidos e seis feridos que, mesmo tendo recebido golpes de pedras soltas, conseguiram escapar por estarem na parte traseira da igreja, junto à porta.

Só ficaram de pé as paredes laterais do templo, ainda que rachadas; não chegaram a cair a cúpula sobre o altar nem o coro sobre a entrada. O resto do telhado da nave central caiu sobre as pessoas.

No vizinho estado de Morelos, em que a Família Agostiniana Recoleta está presente em Cuernavaca e em Ahuatepec de Morelos, localidade próxima à capital, 89 igrejas católicas sofreram o colapso total ou prejuízos mais significativos, de acordo com o Bispo de Cuernavaca, Dom Ramón Castro, no Twitter.


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Agostinianos Recoletos. Província de São Nicolau de Tolentino. Paseo de la Habana, 167. 28036 -Madrid, Espanha. Fone: 913 453 460. CIF: R-2800087-E. Inscrita no Registro de Entidades Religiosas do Ministério de Justiça, número 1398-a-SE/B. Política de privacidade.
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