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O prior geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos pede a ação solidária imediata para a Venezuela


O prior geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos pede a ação solidária imediata para a Venezuela
02-08-2017 Otros Países
Aos 29 de julho, perante o Protocolo 163/2017, Miguel Miró, prior geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos, pediu para toda a Família Agostiniana Recoleta um esforço solidário especial, perante a situação que vive o povo venezuelano, unido por fortes raízes históricas e sentimentais à Familia Agostiniana Recoleta. Dita união deve se reforçar agora pela solidariedade. Assim o tem transmitido nesta carta que publicamos.
A situação de opressão, conflito e necessidade se agudiza e se prolonga na Venezuela. Estamos cientes da dor gerada e nos preocupa por não haver perspectiva de solução a curto prazo. Nós, os agostinianos recoletos queremos estar próximos do povo venezuelano e oferecer-lhe nossa ajuda.

No último dia 5 de maio escrevi um oficio dirigido a toda a Família agostiniana recoleta pedindo orações pela Venezuela e expressava nossa disponibilidade e nosso apoio fraterno aos religiosos. Também manifestava nossa solidariedade com todos aqueles que na Venezuela trabalham pela liberdade, pela justiça e pela paz (cf. Prot. CG. 101/2017). Os priores provinciais das províncias de São José e Santo Tomás de Vilanova estiveram recentemente na Venezuela e transmitiram de diversas maneiras as carências básicas vividas pelo país.


1. Da Venezuela

Os vigários provinciais das duas províncias, Eddy Omar Polo e José Gabriel Rodríguez, no dia 3 de julho escreveram uma Mensagem à Família Agostiniano-recoleta na qual explicam a dura realidade de Venezuela: “A dificuldade para adquirir os alimentos básicos e medicamentos continua. Isto é um fator para que a desnutrição infantil aumente, para que famílias inteiras revirem as lixeiras buscando algo para saciar a fome. Também é alarmante o número de pessoas que morrem por falta de medicamentos. O empobrecimento de nosso povo tem sido escandaloso. Uma inflação galopante que com apenas três cifras se devora o pouco do salário recebido por qualquer trabalhador honesto”.

Os dois vigários provinciais, no dia 15 de julho, enviaram uma carta ao Prior geral na qual, depois de agradecer as orações e manifestações de apoio de toda a Família agostiniano-recoleta, expõem um plano de ajuda solidaria. Para organizar este plano e buscar sua realização efetiva vai ser criada uma equipe ARCORES na Venezuela. Esta equipe vai contar com a participação de leigos dedicados para este serviço, e será coordenado por Eddy Omar Polo, vigário provincial da São José, que contará com o apoio de José Gabriel Rodríguez, vigário provincial da Santo Tomás de Vilanova. Tendo em conta a impossibilidade de atender convenientemente todos os projetos em andamento, se vê necessário contar com pessoal secular que potencie, de maneira especial, as iniciativas sociais, o que implica investimento em recursos humanos.

O Conselho geral, em sua sessão de 24 de julho, aprovou cobrir os recursos humanos e materiais durante um ano, segundo o orçamento apresentado, para por em andamento ARCORES na Venezuela, de tal modo que todos os auxílios econômicos recebidos serão destinados às necessidades que a equipe determinar. Esta equipe dará informações periódicas do destino das ajudas oferecidas.


2. Ajudas sociais

Além de possíveis novas iniciativas, se deseja continuar as que existam nos diversos ministérios da família agostiniano-recoleta (Agostinianos Recoletos, Agostinianas Recoletas do Coração de Jesus e Missionárias Agostinianas Recoletas). Destacamos as seguintes:

- Refeitório mantido pelas ARCJ para mais de 500 pessoas ao dia em Los Teques.

- Centro comunitário em San Judas (Caracas).

- Consultório médico em San Judas (Caracas).

- Panela comunitária em San Judas (Caracas).

- Obra social de ajuda em alimentos e medicamentos em Tamare (Zulia).

- Panela comunitária de Palmira dá de comer a 80 personas diárias. (Táchira).

- Panela comunitária e recebimento de medicamentos de Barquisimeto (Lara).

- Panela comunitária na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe (Caracas).

- Crianças apadrinhadas de Haren Alde. Em Maracaibo é necessário ampliar o número de apadrinhados de 15 para pelo menos 50 crianças.


3. Chamado à colaboração solidaria

— Faço um chamado ao coração solidário da Família agostiniana recoleta para que ajude a partir das diversas instancias.

— Peço ajuda institucional: às províncias da Ordem, às vigarias, às delegações.

— Peço a nossas comunidades, paróquias, centros educativos, fraternidades seculares e grupos JAR que realizem campanhas de oração e solidariedade com Venezuela.

— Peço a ARCORES, Rede solidaria internacional dos Agostinianos Recoletos, que animem e coordenem as ajudas solidarias.


4. Como colaborar

Pelas circunstancias da Venezuela é muito difícil enviar alimentos e medicamentos e é complexo entregar dinheiro. Os que desejarem enviar dinheiro podem fazê-lo de dois modos:

1. Entrega-lo às cúrias provinciais ou vicariais, e daí, canalizar a ajuda.

2. Depositando a ajuda em uma das duas contas seguintes:

• Conta em EUROS (€): SOS ARCORES VENEZUELA (Sucursal em Madrid do Banco Sabadell). O número de conta é: IBAN: ES88 0081 0640 6800 0216 8519 SWIFT- BIC: BSABESBBXXX

• Conta em DÓLARES USD ($): SOS ARCORES VENEZUELA ( Sucursal em Madrid do Banco Sabadell). O número de conta es: IBAN: ES19 0081 0640 6700 7199 0313 SWIFT- BIC: BSABESBBXXX


5. Não nos deixemos roubar a esperança

Os irmãos que estão em Venezuela contam com a oração e o apoio de toda a Ordem. Pedimos que confiem no Senhor, que caminhem com o povo olhando para o futuro e que não se deixem roubar a esperança (cf. EG 86). A esperança se exercita com a oração, rezemos todos para que o Senhor, em sua misericórdia, conceda a este querido povo de Venezuela viver em liberdade e trabalhar pela justiça e pela paz. Não nos deixemos roubar a esperança.

Roma, 29 de julho de 2017.


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