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O Conselho Geral começa a sensibilização sobre a coordenação e reestruturação do Apostolado Social


O Conselho Geral começa a sensibilização sobre a coordenação e reestruturação do Apostolado Social
04-02-2017 España
O Prior geral e o conselheiro coordenador da ação social da Ordem dos Agostinianos Recoletos deram início à fase de informação, sensibilização e encontros para a apresentação oficial da Comissão de Apostolado Social (CAS) e da rede internacional de solidariedade (ARCORES) à Família Agostiniana Recoleta.
No último dia 24 de janeiro, Fr. Antonio Carrón de la Torre, conselheiro geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos que se encarrega da Comissão de Apostolado Social (CAS) do novo organograma de gestão e governo, manteve uma primeira reunião de informação e sensibilização sobre os reflexos do Projeto de Vida e Missão da Ordem dos Agostinianos Recoletos no tocante ao labor socioevangelizador.

O Prior geral, Fr. Miguel Miró, por sua vez, já incluiu esse tema em todas as reuniões que mantém com as comissões de união de províncias, uma vez que todas elas devem contar com uma estrutura de gestão igual à do governo geral e incluir, portanto, a Comissão de Apostolado Social.

Fr. Antonio Carrón convocou no dia 24 de janeiro uma ampla variedade de pessoas, representantes de diversas instituições que exercem uma ação social dentro da Família Agostiniana Recoleta. A reunião levou-se a cabo na comunidade que a cúria geral possui em Madrid e onde fica, além disso, a sede da ONGD Haren Alde.

No encontro, participaram membros da presidência, da junta diretiva e de algumas áreas de gestão da ONGD Haren Alde; representantes das províncias de São Nicolau de Tolentino, Santo Tomás de Vilanova, São José e Nossa Senhora da Consolação; das Fraternidades Seculares OAR em Madrid e das Juventudes Agostinianas Recoletas (JAR), bem como das Missionárias Agostinianas Recoletas.

Fr. Antonio Carrón apresentou-se como coordenador da nova CAS da Ordem, pondo-se a serviço de todos os agentes sociais da Família Agostiniana Recoleta com o olhar posto em fazer desta Comissão um órgão prático, executivo, eficaz e que alcance seu principal objetivo, a saber, a coordenação, a animação e o apoio a todo o labor socioevangelizadora que a Família Agostiniana Recoleta leva a cabo no mundo todo.

O conselheiro geral deu informações sobre o trabalho que o Conselho geral tem realizado desde a conclusão do Capítulo no último mês de outubro de 2016. Assim, atualmente elaboram-se estatutos para a CAS mediante o diálogo com todos os agentes implicados. Tais estatutos servirão, por sua vez, para a criação da CAS nas províncias da Ordem, dado que apenas uma delas tem hoje um órgão com semelhantes competências. Decidiu-se também sobre a criação de uma rede internacional de solidariedade agostiniana recoleta, que terá o nome de ARCORES.

“Queremos apresentar a CAS e a ARCORES em diversos âmbitos porque queremos a participação ativa de toda a Família Agostiniana Recoleta; a coordenação e a soma de todos parecem-nos imprescindíveis, vamos consegui-lo transformando nossas presenças para chegar, de um modo paulatino e gradual, a uma única rede, plural, múltipla, estável e sustentável, cada um com seus matizes, mas todos com uma identidade coordenada e animada por um mesmo carisma”, indicou.

Durante esta primeira fase, que contempla o primeiro semestre de 2017, além desse trabalho de apresentação, conscientização e sensibilização, tomar-se-ão as medidas oportunas para permitir o nascimento institucional, e conforme a legalidade vigente, de uma Federação Internacional ARCORES a que se hão de somar mediante convênio de colaboração ou da forma mais conveniente as restantes entidades que atualmente trabalham em matéria social dentro da Família Agostiniana Recoleta.

O conselheiro também escutou as diversas opiniões, sugestões e propostas dos presentes e tirou dúvidas. Explicaram-se, assim, alguns aspectos legais sobre as possibilidades reais de transição das atuais instituições à nova ARCORES.

Constatou-se ainda a dificuldade, mas ao mesmo tempo a oportunidade, de que será necessário harmonizar diversos calendários, cronogramas e agendas para chegar a completar toda essa nova trama de CAS geral, CAS provinciais, ARCORES geral e ARCORES em cada uma das nações do âmbito OAR.

Comentou-se a necessidade de que os órgãos de governo da Ordem, das províncias, das instituições que formarão parte de ARCORES, estejam autenticamente convictos desse caminho de coordenação; bem como de dotar de recursos a tudo isso, para que não fique no papel, especialmente no que concerne a pessoas decididas, com gosto e sensibilidade ao aspecto social, e que já estejam, de fato, realizando projetos e tarefas.

Solicitou-se igualmente que toda a tarefa de união, de coordenação e de agregação seja feita por convencimento e por diálogo, nunca com a imposição, para que tanto as CAS como a ARCORES não pareçam instituições nascidas da autoridade e por meio dela.

Uma das grandes vantagens é contar com toda a base social, voluntariado, equipes já sensibilizadas, padrinhos e madrinhas, empregados e religiosos missionários, bem como múltiplos promotores da solidariedade no mundo desenvolvido: “o fato de unir-nos sempre ocorrerá à luz da conhecida filosofia win-win, ganhamos todos nesse novo cenário do trabalho social agostiniano recoleto”, indicou-se durante o encontro.

O conselheiro geral recordou que o ponto de partida de todo esse movimento de reestruturação da ação social esteve em pessoas e grupos concretos e não numa idealização ou teorização de governo. “O fato de ver que os religiosos tomaram com entusiasmo a reestruturação das províncias anima a pensar que possam ver com entusiasmo também a reestruturação da ação social”, indicou Fr. Antonio Carrón.

A última mensagem do conselheiro geral foi de otimismo: “Pelo que fui conhecendo até agora e durante a preparação das próximas visitas e encontros que vou fazer, creio que, dando os passos acordados com diálogo e com inclusão de mais e mais pessoas de toda a Família Agostiniana Recoleta, grupos e instituições, este projeto de coordenação e fortalecimento mútuo será viável”.


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