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Haren Alde apresenta seu informe anual de 2016 como “começo de transição”


Haren Alde apresenta seu informe anual de 2016 como “começo de transição”
20-02-2017 España
Durante o ano de 2016, a ONGD da Família Agostiniana Recoleta participou ativamente no traçado e na proposta de novos órgãos dedicados à solidariedade em sua Família. A aprovação desta reestruturação em outubro de 2016 foi chave para que 2016, ano de que agora a ONGD passa a apresentar seu informe anual, tenha sido qualificado como o começo de uma importante transição.
A ONGD da Família Agostiniana Recoleta, Haren Alde, acaba de apresentar o informe anual que resume sua vida e atividade durante o ano de 2016. Em sua própria avaliação, a ONGD definiu 2016 como ano do começo de uma importante transição, de economia saneada e de concreção de suas atuações em dez grandes projetos de cooperação, treze ações solidárias, 1.400 apadrinhamentos e um grande número de eventos solidários organizados pelas diversas delegações em todo o mundo.

“Com otimismo, alegria e gratidão sincera, vimos apresentar-vos este resumo anual […]. Intitulamo-lo Começa a transição. As razões são de peso, dado que, nos próximos meses e anos, nossa ONGD vai passar por uma reforma profunda, cujas consequências significativas e diferenciadoras procedem da mesma reestruturação da instituição que promove a nossa ONGD, a Família Agostiniana Recoleta”, indica o presidente da ONGD, o agostiniano recoleto Fr. Manuel Fernández, na apresentação da memória.

Esta reforma levará Haren Alde a fazer parte de uma nova rede solidária internacional agostiniana recoleta, de nome Arcores, que durante 2017 vai nascer e organizar-se com o objetivo de aglutinar, coordenar e fortalecer todo o labor social da Família Agostiniana Recoleta em todo o mundo.

Além disso, a Ordem dos Agostinianos Recoletos vai criar uma Comissão de Apostolado Social (CAS) dentro de seu novo organograma de gestão e governo. Seu objetivo é a coordenação, a animação e o apoio ao labor socioevangelizador da Família Agostiniana Recoleta em todo o mundo.

“Queremos a participação ativa de toda a Família Agostiniana Recoleta na CAS e em seu braço executivo, ARCORES; a coordenação e a soma de todos parecem-nos imprescindível, vamos consegui-lo transformando nossas presenças para chegar, de um modo paulatino e gradual, a uma única rede, plural, múltipla, estável e sustentável, cada um com seus matizes, mas todos com uma identidade coordenada e animada por um mesmo carisma”, indicou Fr. Antonio Carrón, agostiniano recoleto, conselheiro geral e encarregado de dirigir a nova CAS.

“O fato de unir-nos estará sempre à luz da conhecida filosofia win-win, ganhamos todos neste novo cenário do trabalho social agostiniano recoleto”, indicou Fr. Antonio Carrón.


Agradecimento por um ano de luta por um mundo melhor

Muito obrigado a todos os que de alguma maneira estivestes implicados em todo esse trabalho levado a cabo em 2016. Nossa alegria está em vossa cooperação, assim como nossa responsabilidade está em oferecer-vos os resultados obtidos com vosso esforço e solidariedade”, diz, na memória, o presidente da ONGD.

Nas 16 páginas do documento, prestam-se contas dos dez projetos de cooperação para o desenvolvimento, realizados com a ajuda e o apoio de outros tantos financiadores públicos e privados no Brasil, no Peru e na Venezuela. Versaram sobre necessidades primárias e dignidade das famílias em áreas como água e saneamento, a luta contra a exploração sexual de menores, a educação, a moradia, assistência sanitária, a participação política e um projeto de economia produtiva.

Prestam-se contas, ainda, das treze ações solidárias concretas levadas a cabo no Brasil, na China, na Rep. Dominicana, na Espanha, nas Filipinas, no Panamá, no Peru e na Venezuela, entre elas as financiadas através da mais importante campanha anual da ONGD, chamada “Coração Solidário”.

Informa-se também sobre diversos eventos organizados pelas delegações nacionais ou regionais no Peru, na Andaluzia, em Castela e Leão ou em Madrid; bem como sobre a participação da ONGD na campanha “Se cuidas do planeta, combates a pobreza” da coordenadora REDES, juntamente com Cáritas Espanhola, CONFER, Mãos Unidas e Justiça e Paz.

No informe, vê-se igualmente refletido como, em 2016, foram atendidos, mediante os apadrinhamentos, 1.399 menores de idade de ambos os sexos em 24 centros situados em nove nações. Os padrinhos e madrinhas são 1.226, dos quais 849 procedem de toda a geografia espanhola e 377 da cidade do Rio de Janeiro (Brasil). O testemunho de uma dessas apadrinhadas, Valéria (de Caracas, Venezuela), oferece um toque de alegria e uma fotografia em que se destaca seu belo e largo sorriso.

O exercício econômico de 2016 gozou de contas saneadas, a ponto de deixar um fundo remanescente que permitirá abordar com mais qualidade e amplitude alguns dos projetos comprometidos para 2017.

Dedicou-se um total de €420.987,07 a projetos de desenvolvimento, ações solidárias e apadrinhamentos; em definitiva, a equilibrar as injustiças do mundo presente e a honrar algumas das vítimas dessa injustiça com as quais a Família Agostiniana Recoleta tem relação, através de suas missões, ministérios e serviços eclesiais.

“Por trás dos números, há famílias como as vossas que incluístes a solidariedade em vosso projeto vital; instituições privadas que querem ser socialmente responsáveis e instituições públicas que destinam fundos ao desenvolvimento procedentes, em última análise, dos impostos. Por isso, é obrigatório concluir esta memória como a começávamos: Obrigado!”, e termina o informe.

TENHA ACESSO AQUI À VERSÃO COMPLETA [em español] DA MEMÓRIA 2016 DA ONGD HAREN ALDE,“COMEÇA A TRANSIÇÃO”.


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